Crédito Empresarial

Dívida concentrada não é o fim. É problema com solução técnica.

Reorganizamos o passivo financeiro, alongamos prazos, substituímos linhas caras e devolvemos previsibilidade ao caixa. Sem ilusão, com método.

Diagnóstico inicial confidencial
Reestruturação Financeira
Reorganize o passivo, recupere o caixa, retome o crescimento com método
Mapeamento de todo o passivo (financeiro, fiscal, comercial)
Análise integrada com Grupo Ciatos (jurídico, contábil, tributário)
Negociação direta com credores
Plano executável com indicadores claros
Visão geral

O que esta solução resolve

Reestruturação financeira não é sinônimo de recuperação judicial. É um processo técnico de reorganização do passivo da empresa — substituir dívidas caras por estruturas mais baratas, alongar prazos para casar com o fluxo de caixa real, eliminar duplicações de linha e devolver previsibilidade ao caixa. Quando bem conduzida, evita medidas mais drásticas. Quando atrasada, encurta caminhos. O timing importa tanto quanto o método.

Estrutura
Reestruturação Financeira

Mapeamento de todo o passivo (financeiro, fiscal, comercial)

Análise integrada com Grupo Ciatos (jurídico, contábil, tributário)

Negociação direta com credores

Plano executável com indicadores claros

Benefícios

Por que escolher
Reestruturação Financeira

Diagnóstico técnico do passivo

Mapeamento completo de todas as dívidas: financeiras (bancos, fintechs, factoring), fiscais (federais, estaduais, municipais), trabalhistas, com fornecedores e contratos com cláusulas pesadas. Sem o quadro completo, qualquer plano é palpite.

Consolidação inteligente

Substituímos múltiplas dívidas de alto custo (cheque especial, antecipação cara, agiotagem disfarçada) por estrutura única mais barata. Reduz custo financeiro mensal e simplifica gestão.

Alongamento de prazos

Negociamos prazos compatíveis com a geração real de caixa da empresa. Em muitos casos, alongar 60 meses uma dívida de 24 meses devolve fôlego sem aumentar custo total.

Renegociação direta com credores

Atuamos diretamente com bancos, financeiras, fornecedores estratégicos e o setor jurídico-fiscal. Nossa posição de instituição financeira facilita conversas que dificilmente avançariam só com o empresário.

Visão integrada Ciatos

Por sermos parte do Grupo Ciatos (jurídico, contábil, tributário), o plano de reestruturação considera todas as dimensões — não apenas a financeira. Frequentemente, ajuste tributário libera caixa imediato.

Plano com indicadores

Você recebe um documento técnico com diagnóstico, recomendações priorizadas, cronograma e indicadores para acompanhar a evolução. Reestruturação que não tem indicador não é plano — é torcida.

Confidencialidade real

O processo é conduzido com NDA formal. Nenhum credor é informado da empresa estar em análise de reestruturação até que faça parte da estratégia abordá-lo.

Acompanhamento pós-reestruturação

A maior parte das reestruturações falha na execução, não no plano. Por isso ficamos com a empresa durante a fase de execução, monitorando indicadores e ajustando rotas quando necessário.

Para quem é

Para quem a reestruturação financeira faz sentido

Reestruturação é especialmente eficaz para empresas que ainda têm operação saudável (gera caixa) mas têm estrutura de capital desorganizada. Quando a operação em si dá prejuízo, o caminho precisa começar antes — com revisão de modelo de negócio.

Empresas com endividamento concentrado e caro

Múltiplas dívidas (5+) em diferentes credores, com taxas heterogêneas e prazos diferentes. Frequentemente com 30-50% do custo financeiro vindo de linhas inadequadas (cheque especial, factoring caro).

Empresas cujo serviço da dívida pesa demais no caixa

Quando o pagamento mensal das dívidas consome mais de 30-40% do EBITDA, sobra pouco para operar e investir. Alongamento e renegociação devolvem essa margem.

Empresas após período de crise pontual

Negócios que passaram por choque (queda de receita, perda de cliente grande, sazonalidade ruim) e contraíram dívidas emergenciais com condições pouco favoráveis. A operação retomou — agora a estrutura financeira precisa acompanhar.

Empresas com dívidas fiscais relevantes

Débitos federais, estaduais ou municipais que limitam emissão de certidões, restringem participação em licitações ou comprometem CNDs. Reestruturação combina renegociação financeira com programas de parcelamento (Refis, Refaz).

Empresas considerando recuperação extrajudicial

Antes da recuperação judicial, há etapas — renegociação direta, recuperação extrajudicial homologada, transação tributária. Vale construir esse caminho antes de medidas mais drásticas.

Quando faz sentido

Cenários em que esta solução é o caminho certo

Quando o custo financeiro está corroendo margem

Empresa lucrativa operacionalmente mas que vê o lucro evaporar nas despesas financeiras. Reestruturação pode reduzir esse custo em 30-50% no primeiro ano, devolvendo a empresa ao lucro líquido positivo.

Quando há linha cara que pode ser substituída

Cheque especial a 12-18% ao mês, factoring com taxa efetiva acima de 4% ao mês, financeiras com CET acima de 5% ao mês. Substituir essas linhas por capital de giro estruturado pode libertar caixa significativo.

Quando o prazo das dívidas não casa com o ciclo da empresa

Empresa com ciclo operacional de 90 dias e dívidas com vencimento mensal pesado. Alongamento e adequação do calendário de pagamento elimina o aperto recorrente sem custar mais ao final.

Quando a empresa precisa de capital novo mas não tem capacidade adicional

Antes de captar novo crédito, reestruturação libera capacidade. Empresa que reorganiza dívidas frequentemente consegue depois captar novo crédito com taxa melhor — porque a estrutura ficou mais saudável.

Quando NÃO é o caminho

Cenários em que outra abordagem faz mais sentido

Quando a operação dá prejuízo recorrente

Se o problema é o modelo de negócio (margem operacional negativa), reestruturação só posterga. O caminho começa com revisão operacional — produtos, preços, custos — antes de mexer no financeiro.

Quando os credores já executaram ações judiciais relevantes

Com penhoras consolidadas, leilões marcados ou bloqueios em curso, o cenário pode demandar recuperação judicial em vez de reestruturação extrajudicial. Vale análise específica.

Quando os sócios não estão alinhados

Reestruturação envolve decisões duras (venda de ativos, aporte adicional, fim de retiradas por um período). Sem alinhamento societário, o plano não executa.

Modalidades

Modalidades de reestruturação disponíveis

A escolha depende do estágio da empresa, do tipo de credor envolvido e do nível de comprometimento patrimonial. Frequentemente, combinamos várias modalidades.

Consolidação de dívidas com nova captação

Indicado para:
Empresas com múltiplas dívidas pulverizadas e capacidade de pagamento preservada.

Uma nova operação de crédito empresarial substitui múltiplas dívidas caras existentes. Empresa passa a ter um único pagamento mensal, com prazo e taxa adequados ao ciclo.

Renegociação direta com credores existentes

Indicado para:
Empresas onde a captação nova não é viável e os credores têm interesse em alongar.

Em vez de captar novo, negociamos condições novas com os credores atuais — alongamento, redução de taxa, deságio em casos específicos. Sem alteração de saldo total.

Plano de pagamento estruturado

Indicado para:
Empresas com 10+ credores ou com diferentes níveis de criticidade entre eles.

Para múltiplos credores com perfis diferentes, estruturamos plano único que organiza fluxo de pagamentos respeitando hierarquia (fisco primeiro, depois bancos, depois fornecedores estratégicos, depois demais).

Recuperação extrajudicial (homologada)

Indicado para:
Empresas com problema concentrado em uma classe de credores (ex.: bancos) e dispostos a negociar em bloco.

Acordo formal entre a empresa e classe(s) de credores, homologado judicialmente. Mais leve que recuperação judicial, mas com efeito vinculante para a classe que aderir.

Reestruturação com aporte ou venda parcial

Indicado para:
Empresas com patrimônio operacional sólido mas passivo grande, onde solução só financeira não fecha conta.

Quando o passivo é grande demais para ser equacionado só pelo caixa, estruturamos aporte de sócios, venda de ativo não-operacional, ou entrada de novo sócio investidor — sempre com base na análise patrimonial completa.

Reestruturação tributária integrada

Indicado para:
Empresas com débitos fiscais relevantes que estão impedindo emissão de CND, participação em licitações ou continuidade operacional.

Negociação de débitos fiscais via programas específicos (Refis, Refaz, transação tributária) integrada à reorganização financeira. Frequentemente libera capital significativo no curto prazo.

Características

Estrutura completa para
a sua operação.

Tudo o que você precisa para tomar decisões financeiras com confiança e clareza.

Diagnóstico técnico completo de passivo e fluxo de caixa
Análise integrada de dívidas financeiras, fiscais, trabalhistas e comerciais
Renegociação direta com bancos, fintechs e fornecedores
Substituição de linhas caras (cheque especial, antecipação recorrente) por estrutura única
Alongamento de prazos com manutenção ou redução de CET
Suporte jurídico e tributário do Grupo Ciatos
Plano documentado com cronograma e indicadores
Acompanhamento de 6 a 12 meses pós-implementação
Nosso diferencial

O diferencial da reestruturação Ciatos Bank

Reestruturação eficaz exige três coisas que poucos prestadores reúnem: capacidade financeira de captar/operar, força jurídica para negociar, leitura contábil-tributária para enxergar oportunidades. A Ciatos integra tudo no mesmo time.

Atuação integrada, não só consultoria

Diferente de consultorias que apenas recomendam, conectamos a empresa a fundos parceiros capazes de substituir parte das dívidas com nova operação estruturada. Isso muda a credibilidade da negociação.

Suporte jurídico nativo do Grupo Ciatos

Equipe jurídica especializada em direito empresarial, contratual e tributário no mesmo grupo. Reduz custo do processo e elimina ruído de comunicação entre prestadores.

Sigilo absoluto

Toda informação é tratada sob NDA formal. Nenhum credor é avisado da análise até que fazer isso seja parte da estratégia.

Sem promessa de resultado milagroso

Não prometemos "limpar nome" nem "zerar dívidas". Apresentamos o que é tecnicamente viável, com prazos realistas e indicadores objetivos. Reestruturação séria evita ilusão.

Documentação

Documentação para diagnóstico inicial

O diagnóstico exige visão completa do passivo. Quanto mais transparente o quadro inicial, melhor o plano resultante.

Quadro financeiro consolidado

  • Balanço e DRE dos últimos 3 exercícios
  • Balancete atualizado (até 30 dias)
  • Fluxo de caixa dos últimos 12 meses
  • Demonstrativo de endividamento atualizado
  • Carteira de recebíveis e contas a pagar

Detalhe das dívidas

  • Lista de todos os contratos financeiros vigentes
  • Saldo devedor, taxa, prazo e parcelas restantes de cada um
  • Garantias vinculadas a cada operação
  • Avais e fianças pessoais dos sócios

Situação fiscal e trabalhista

  • Certidões fiscais (federal, estadual, municipal)
  • Demonstrativo de débitos com a Receita Federal
  • Processos trabalhistas em curso (valor estimado)
  • Parcelamentos vigentes

Visão patrimonial

  • Inventário de ativos da empresa (imóveis, máquinas, estoque)
  • Patrimônio dos sócios (quando há aval pessoal)
  • Avaliações recentes (quando disponíveis)
Como funciona

5 passos. Sem complicação.

01

Diagnóstico inicial confidencial

Reunião sob NDA para entender o cenário. Identificamos pontos críticos, urgências e estimamos viabilidade. Sem custo nesta etapa.

02

Análise técnica completa

Recebemos a documentação completa, mapeamos todo o passivo, calculamos custo financeiro real (CET consolidado) e construímos hipóteses de reestruturação.

03

Plano de reestruturação

Documento técnico com diagnóstico, recomendações priorizadas, cronograma e indicadores. Apresentação ao sócio e ajuste do plano antes da execução.

04

Execução estruturada

Negociação com credores conforme estratégia (em paralelo ou sequencial), captação de nova operação quando aplicável, formalização dos novos contratos.

05

Acompanhamento de 6-12 meses

Monitoramento de indicadores, ajustes de rota e suporte para retomar capacidade de captação saudável após a reorganização.

Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas.

Não. Recuperação judicial é um processo legal específico (Lei 11.101/2005) que envolve poder judiciário, comitê de credores e plano homologado. Reestruturação financeira é um processo técnico extrajudicial que ocorre antes — frequentemente evita a necessidade da via judicial. Quando a reestruturação extrajudicial não é suficiente, ela pode ser o passo anterior à recuperação judicial.
Glossário

Termos técnicos explicados.

CET consolidado
Custo Efetivo Total agregado de todas as dívidas da empresa. É a métrica que importa para avaliar quanto a estrutura financeira está custando — não a taxa de cada operação isolada.
Alongamento
Estender o prazo de pagamento de uma dívida, reduzindo o valor da parcela mensal. Pode aumentar o custo total dependendo da nova taxa, mas devolve fôlego ao caixa.
Deságio
Desconto sobre o valor de face de uma dívida em troca de pagamento à vista ou em condições especiais. Aplicado em renegociações onde o credor prefere receber menos imediatamente a esperar muito.
Recuperação extrajudicial
Acordo formal entre empresa e classe(s) de credores, homologado pelo juiz mas conduzido fora do processo judicial completo. Mais ágil que recuperação judicial; vinculante para a classe que aderir.
Transação tributária
Mecanismo legal (Lei 13.988/2020) para negociação de débitos fiscais federais com a Receita/PGFN, com possibilidades de desconto, alongamento e uso de prejuízo fiscal.
Hierarquia de credores
Ordem técnica de prioridade no pagamento das dívidas. Fisco e trabalhistas têm prioridade legal; bancos com garantia real vêm em seguida; fornecedores estratégicos e demais credores quirografários encerram a lista.

Sua empresa merece um diagnóstico técnico antes da próxima decisão.

Solicite uma análise confidencial sob NDA. Em 15-30 dias, você recebe um plano executável com indicadores.

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