Sua importação não pode parar por falta de capital.
Crédito casado com o ciclo da operação: financiamento entre o pagamento ao fornecedor estrangeiro e o recebimento da venda da mercadoria. Em moeda local ou estrangeira, com estrutura financeira adequada ao ciclo.
O que esta solução resolve
Importar é um ciclo financeiro específico — você paga ao fornecedor estrangeiro semanas ou meses antes de vender a mercadoria no Brasil. Esse descasamento entre pagamento e recebimento exige capital de giro adequado ao tempo do ciclo, em moeda que faça sentido para a operação, e com proteção contra variação cambial quando o volume justifica. Crédito empresarial genérico não cobre isso bem. Crédito para importação, sim.
Prazo casado com embarque + desembaraço + venda
Operações em real ou em USD/EUR
Câmbio comercial e pagamento internacional no mesmo fluxo
Time especializado em comex
Por que escolher
Crédito para Importação
Prazo casado com o ciclo da operação
A operação respeita o tempo real entre pedido, embarque, transit time, desembaraço alfandegário, transporte interno e venda. Não força parcelas mensais iguais que pressionam caixa antes da mercadoria gerar receita.
Múltiplas estruturas (BRL e USD)
A escolha entre operar em real ou em moeda estrangeira depende do perfil de risco cambial da empresa, do prazo e do custo financeiro relativo de cada moeda no momento. Avaliamos caso a caso.
Câmbio comercial integrado
Para operações com componente internacional, combinamos crédito, câmbio comercial e pagamento ao fornecedor. A empresa ganha previsibilidade operacional e reduz retrabalho financeiro.
Garantia pela própria mercadoria
Em muitas operações, a mercadoria importada pode compor a garantia (alienação fiduciária com warrant ou trust receipt). Isso elimina necessidade de garantia adicional para operações pontuais.
Time comex dedicado
Operação acompanhada por especialista que entende incoterms, documentação aduaneira, prazos de desembaraço, modalidades de câmbio comercial e fluxo bancário internacional. Reduz o risco de erro operacional.
Estrutura recorrente para importadores frequentes
Empresas que importam regularmente podem ter linha rotativa pré-aprovada — cada nova importação reaproveita a estrutura, com agilidade muito maior nas operações subsequentes.
Coordenação com câmbio comercial
O fechamento do câmbio para pagamento do fornecedor é integrado à operação de crédito. Uma única coordenação, com taxa de câmbio negociada e dossiê documental único.
Suporte de documentação
Acompanhamento da documentação exigida pelo Banco Central, Receita Federal e demais órgãos. Para empresas que importam esporadicamente, isso evita armadilhas e atrasos.
Para quem o crédito para importação faz sentido
Crédito para importação é especialmente útil para empresas com volume relevante e ciclo claro — não para importações eventuais de baixo valor, onde o esforço de estruturar não compensa.
→Importadores comerciais recorrentes
Distribuidores, atacadistas e revendedores que compram mercadoria do exterior para revenda no Brasil. Têm ciclo previsível e volume estável — perfil ideal para linha rotativa.
→Indústrias com insumos importados
Empresas que dependem de matéria-prima ou componente importado para sua produção. Crédito para importação garante continuidade do fluxo produtivo sem comprometer outras linhas de capital de giro.
→Empresas em expansão internacional de compras
Negócios que estão começando ou ampliando importações — primeira operação com fornecedor novo, novo país de origem, novo tipo de mercadoria. Suporte técnico vale tanto quanto o crédito.
→E-commerces e marketplaces que importam catálogo
Operações com alta rotatividade e necessidade de manter estoque variado. Linha rotativa específica para a operação de importação otimiza capital de giro sem misturar com a operação de venda local.
→Empresas adquirindo equipamentos do exterior
Importação de máquinas, equipamentos industriais e tecnologia, frequentemente com prazo de pagamento ao fornecedor menor que o tempo de instalação e geração de retorno.
Cenários em que esta solução é o caminho certo
Quando o ciclo de importação é longo
Importações da Ásia (China, Coreia, Índia) frequentemente envolvem 60-90 dias entre pedido e mercadoria nacionalizada — depois ainda há ciclo de venda. Capital próprio nesse período é caro; crédito específico libera caixa.
Quando o volume cresce e o capital próprio não acompanha
Empresa que dobrou o volume de importação em 12 meses provavelmente não consegue acompanhar com capital próprio. Crédito para importação viabiliza o crescimento sem descapitalizar outras frentes.
Quando há descasamento cambial relevante
Empresa que importa em USD e vende em real precisa planejar o ciclo financeiro com cuidado. A combinação crédito + câmbio comercial ajuda a organizar o custo da operação desde o início.
Quando o fornecedor exige pagamento à vista
Muitos fornecedores estrangeiros (especialmente fora dos EUA/Europa) exigem pagamento antecipado ou contra documentos. O crédito permite atender essa exigência sem drenar caixa operacional.
Cenários em que outra abordagem faz mais sentido
Para importações eventuais de baixo valor
Operações abaixo de USD 50 mil podem não compensar o custo de estruturação. Para volumes pequenos, vale considerar uso do capital próprio ou de uma linha de crédito empresarial geral.
Quando há margem operacional muito apertada
Se a margem da operação de importação é muito baixa (1-3%), o custo do crédito pode consumir o que sobra de lucro. Vale revisar a estrutura comercial antes de adicionar custo financeiro.
Para mercadorias sem garantia de revenda
Importar para estoque sem demanda confirmada é arriscado mesmo sem crédito. Com crédito, o risco se amplifica — porque o pagamento é fixo, independentemente da venda da mercadoria.
Modalidades de crédito para importação
Existem várias modalidades específicas. A escolha depende de prazo, moeda, garantia disponível e perfil do importador.
FINIMP (Financiamento à Importação)
Indicado para:
Importadores com receita em real e capacidade de gestão do ciclo cambial.
Linha específica em moeda estrangeira para financiar a importação. Pagamento direto ao fornecedor no exterior. Prazo de até 360 dias, com taxa em moeda forte normalmente abaixo da taxa em real.
Capital de giro comex em real
Indicado para:
Importadores que preferem operar sem exposição em moeda estrangeira ou para volumes menores.
Linha em real para financiar a operação de importação, incluindo o câmbio para pagamento ao fornecedor. Mais simples operacionalmente, sem exposição cambial residual.
Linha rotativa para importação recorrente
Indicado para:
Importadores que importam regularmente, com fornecedores e mercadorias consolidados.
Linha pré-aprovada com renovação automática conforme a empresa importa. Reduz drasticamente o tempo de aprovação de cada operação após a primeira.
Importação com garantia em mercadoria
Indicado para:
Importadores cuja mercadoria tem liquidez clara e armazenagem adequada.
Operação onde a própria mercadoria importada compõe a garantia, via alienação fiduciária com trust receipt ou warrant. Útil para empresas com pouca disponibilidade de garantia adicional.
Estrutura combinada (crédito + câmbio)
Indicado para:
Importadores com volume relevante e necessidade de previsibilidade de margem.
Operação onde o crédito vem acompanhado de câmbio comercial e pagamento internacional estruturados conjuntamente. A empresa organiza melhor o custo da mercadoria desde o início da operação.
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O diferencial do crédito de importação Ciatos Bank
O mercado de crédito comex no Brasil é dominado por grandes bancos com processos engessados. Nossa proposta é unir agilidade com competência técnica em comex.
Coordenação de crédito + câmbio em uma só mesa
Em parceria com a Remessa Online, conseguimos integrar o crédito de importação com o fechamento do câmbio comercial em uma só operação. Reduz tempo, custo e risco de descoordenação.
Time que entende de comex de verdade
Comex tem peculiaridades (incoterms, classificação fiscal, regimes especiais, drawback) que pesam na estruturação. Nosso time conhece esse universo — não trata a operação como crédito genérico em outra moeda.
Linha rotativa adaptável
Para importadores recorrentes, a linha cresce conforme o volume. Não exige reanálise completa para cada operação após estabelecida.
Comex feito por quem entende do ciclo
Quando combinamos crédito, câmbio e pagamento internacional, não vendemos pacote pronto — analisamos exposição, prazo, documentação e fluxo de caixa para o cenário específico.
Documentação para crédito de importação
Além da documentação padrão de crédito, comex exige documentação específica da operação internacional.
Documentação corporativa
- Contrato social e CNPJ
- Certidões negativas
- Balanço, DRE e balancete recente
- Faturamento e DRE da operação de importação isoladamente
- Habilitação RADAR/SISCOMEX
Documentação da operação
- Proforma invoice ou pedido formal
- Contrato com fornecedor estrangeiro
- Incoterms (FOB, CIF, EXW) acordados
- Conhecimento de transporte ou previsão de embarque
- Apólice de seguro de transporte
Documentação do fornecedor estrangeiro
- Dados completos do fornecedor (nome, endereço, banco)
- Histórico comercial com o fornecedor (quando aplicável)
- SWIFT/IBAN para pagamento
Documentação aduaneira (após chegada)
- DI/DUIMP (declaração de importação)
- Nota fiscal de entrada
- Comprovante de nacionalização
- Comprovação da venda subsequente (para liquidação)
5 passos. Sem complicação.
Análise do perfil de importação
Entendemos o ciclo da empresa: o que importa, de onde, com que prazo, em que volume, para que tipo de cliente. Define a modalidade adequada.
Estruturação da operação
Definimos modalidade, moeda, prazo, garantias e fluxo de pagamento internacional. Apresentação de term sheet para alinhamento.
Formalização e cadastro
Documentação contratual e habilitação operacional. Cadastro para uso recorrente nas operações subsequentes.
Execução da operação
Para cada importação: envio dos documentos da operação, fechamento do câmbio (quando aplicável), pagamento ao fornecedor estrangeiro, liberação do crédito conforme estrutura.
Liquidação
Após nacionalização e venda da mercadoria, liquidação da operação conforme cronograma. Para linha rotativa, reaproveitamento imediato do limite para próxima importação.
Tire suas dúvidas.
Termos técnicos explicados.
- FINIMP
- Financiamento à Importação em moeda estrangeira (USD/EUR principalmente), regulamentado pelo Banco Central. Permite pagar o fornecedor estrangeiro no exterior e quitar a operação em data futura.
- Incoterms
- Termos internacionais de comércio que definem responsabilidades entre comprador e vendedor (FOB, CIF, EXW, DDP, etc.). Afetam onde o risco transfere e o que está incluído no preço.
- Câmbio comercial
- Modalidade de operação de câmbio específica para operações de comércio exterior (importação/exportação), com taxa e tributação diferentes do câmbio para outras finalidades.
- Trust receipt
- Instrumento jurídico onde o importador recebe a mercadoria para revender, mas a propriedade fica com a instituição financeira até a quitação do financiamento. Usado em estruturas com garantia em mercadoria.
- NDF (Non-Deliverable Forward)
- Contrato a termo de câmbio sem entrega física da moeda. A empresa fixa uma taxa futura para o câmbio; na liquidação, apenas a diferença (positiva ou negativa) é trocada.
- RADAR/SISCOMEX
- Sistema da Receita Federal que habilita pessoas físicas e jurídicas a operar comércio exterior. Sem habilitação ativa, não é possível importar oficialmente.
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